A obesidade é o problema nutricional de maior crescimento em todo o mundo, revestindo-se de grande importância na pediatria preventiva e na saúde pública. (CURRAN, BARNERS, 2002, p.172; FISBERG et al., 2004, p.4).
Devido à dimensão que esta vem adquirindo as últimas décadas tem sido referendada como um epidemia, não só nas Américas, mas, praticamente, no mundo inteiro (OLIVEIRA, FISBERG, 2003, p.107; LOBESTEIN, BAUER,UAUY, 2004, p. 4).
 Em muitos países a obesidade infantil está aumentando dramaticamente, especialmente nos economicamente desenvolvidos. Apesar de encontrar-se uma menor prevalência nos países em desenvolvimento, esta está aumentando de forma significativa em muitas partes do mundo. (LOBESTEIN, BAUER, UAUY, 2004, p. 4).
 A obesidade pode ser de origem exógena, abrangendo 95 % a 98 % dos casos, ou endógena. A obesidade exógena origina-se do desequilíbrio entre a ingestão e o gasto calóricos (MELLO, 2004, p.283-7).
 Crianças e adolescentes obesos são mais predispostos a se tornarem adultos obesos e o risco aumenta quando seus pais também são obesos.

Estudos americanos longitudinais recentes mostraram que a probabilidade de crianças, com índice de massa corporal (IMC) elevado, apresentarem sobrepeso ou obesidade à idade de 35 anos aumentava de forma significativa
à medida que a idade destas avançava (GUO, CHUMLEA, 1999, p.S147S; GUO et al.,2002, p.655).

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